﻿<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>johnchao's Xanga</title><link>http://johnchao.xanga.com/</link><description>Latest Xanga weblog from johnchao</description><language>pt-br</language><ttl>60</ttl><image><title>The Weblog Community</title><url>http://s.xanga.com/images/xangalogobutton.gif</url><link>http://johnchao.xanga.com/</link></image><item><title>Tuesday, October 20, 2009</title><link>http://johnchao.xanga.com/714910006/item/</link><guid>http://johnchao.xanga.com/714910006/item/</guid><pubDate>Tue, 20 Oct 2009 18:15:00 GMT</pubDate><description>&lt;P&gt;Pois bem, momento epif&amp;#226;nico de hoje: felicidade e bem-estar!&lt;/P&gt;&lt;P&gt;Recentemente saiu na imprensa o resultado de uma pesquisa sobre a felicidade do brasileiro. O resultado surpreendente de 80% se considerarem felizes em&amp;nbsp;um&amp;nbsp;ano t&amp;#227;o agitado quanto 2009 pede uma reflex&amp;#227;o deliberada.&amp;nbsp;N&amp;#227;o obstante a crise mundial , problemas&amp;nbsp;da&amp;nbsp;distribui&amp;#231;&amp;#227;o de comida e&amp;nbsp;desastres ambientais a felicidade ainda predomina sobre muitos cidad&amp;#227;os.&lt;/P&gt;&lt;P&gt;Para muitos da elite econ&amp;#244;mica brasileira, salvo uma parcela,&amp;nbsp;a felicidade &amp;#233; ditada pelos valores da m&amp;#237;dia: o consumo tem-se&amp;nbsp;&amp;nbsp;tornado o caminho da felicidade&amp;nbsp;para a vida enfastiada. E , nada mais que os shopping-centers, castelos do consumismo, como meio desse escapismo.&amp;nbsp;Cada passeio no shopping &amp;#233; uma fantasia. As propagandas&amp;nbsp;que expressam a felicidade aparente com os produtos expostos iludem o consumidor&amp;nbsp;e a sua&amp;nbsp;aquisi&amp;#231;&amp;#227;o leva exatamente o que as propagandas mostravam: a felicidade aparente.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&lt;P&gt;O Povo por outro lado, que n&amp;#227;o &amp;#233; dotado das mesmas condi&amp;#231;&amp;#245;es da elite, luta para n&amp;#227;o pensar da mesma maneira. De fato,&amp;nbsp;as comunica&amp;#231;&amp;#245;es de massa manipulam o desejo de compra de todos, mas&amp;nbsp;percebendo a realidade,&amp;nbsp;aprende-se&amp;nbsp;que a&amp;nbsp;felicidade n&amp;#227;o &amp;#233;&amp;nbsp;denotada pelos sup&amp;#233;rfluos adquiridos mas&amp;nbsp;justamente pelo o que n&amp;#227;o se falta!A comida em cima da mesa, a &amp;#225;gua e luz que n&amp;#227;o falham, o trocado para a cervejinha s&amp;#227;o vistas como&amp;nbsp;sinal da plena satisfa&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;/P&gt;&lt;P&gt;A felicidade &amp;#233; &amp;#250;nica. A incompreens&amp;#227;o dela s&amp;#227;o&amp;nbsp;in&amp;#250;meras e assim os meios para alcan&amp;#231;&amp;#225;-la .O reconhecimento do que a felicidade realmente representa &amp;#233; realmente subjetivo contudo , &amp;#233; ineg&amp;#225;vel que ela &amp;#233; pass&amp;#237;vel de ser sentida por todos. Quanto aos brasileiros poder-se-ia dizer que os 20% s&amp;#227;o aqueles cegos pela vis&amp;#227;o consumista, que em meio &amp;#224;s desigualdades sociais e elitismo econ&amp;#244;mico n&amp;#227;o conseguem perceber o que grande parte n&amp;#227;o tem.&lt;/P&gt;</description><comments>http://johnchao.xanga.com/714910006/item/#firstcomment</comments></item><item><title>Monday, October 19, 2009</title><link>http://johnchao.xanga.com/714786734/item/</link><guid>http://johnchao.xanga.com/714786734/item/</guid><pubDate>Mon, 19 Oct 2009 00:47:15 GMT</pubDate><description>&lt;P&gt;Mensagem &amp;#224; ZAro L Cing....&lt;/P&gt;&lt;P&gt;&amp;nbsp;&lt;SPAN style="WIDTH: 0px"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;IMG style="BORDER-TOP-WIDTH: 0px; BORDER-LEFT-WIDTH: 0px; BORDER-BOTTOM-WIDTH: 0px; BORDER-RIGHT-WIDTH: 0px" alt="" src="http://farm1.static.flickr.com/173/471297891_0b8e94b4be.jpg"&gt; &lt;SPAN style="WIDTH: 0px"&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;BR&gt;tava pensando naquelas palavras que dissemos aos nossos colegas...&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;tava pensando quantas delas a galera entendeu, talvez pela euforia da hora ninguem entendeu nada.Mas, palavras essas que escolhemos cuidadosamente com a inten&amp;#231;&amp;#227;o de remontar as lembran&amp;#231;as de nossa vida no Band s&amp;#227;o as que me p&amp;#245;e a falar contigo.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Enfim, como voc&amp;#234; sabe eu to no cursinho, de volta &amp;#224; luta pela minha vaga na medicina... e uma imagem que ficou muito marcada para mim foi :&lt;BR&gt;"e nos ensinaram que aquela linha que chamamos de limite pode ser empurrada" (essa id&amp;#233;ia)&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;E, noooossa, como estou aprendendo o que &amp;#233; empurrar a linha do limite! Trabalhando dia-a-dia para notar que,o que realmente podemos aguentar &amp;#233; muito al&amp;#233;m do que pensamos quando temos um sonho, a esperan&amp;#231;a de uma conquista.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Bom... queria dividir esse momento de reflex&amp;#227;o com voc&amp;#202;.&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Um grande abra&amp;#231;o .&lt;BR&gt;John. &lt;/P&gt;&lt;P&gt;&lt;A href="http://cache3.asset-cache.net/xc/91327159.jpg?v=1&amp;amp;c=NewsMaker&amp;amp;k=2&amp;amp;d=F5B5107058D53DF519F81A1ADE34BFA8832906EEDB6375939CC4058CB1C1DC1B" rel=nofollow rel="nofollow"&gt;&lt;/A&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;</description><comments>http://johnchao.xanga.com/714786734/item/#firstcomment</comments></item><item><title>Wednesday, October 07, 2009</title><link>http://johnchao.xanga.com/714049507/item/</link><guid>http://johnchao.xanga.com/714049507/item/</guid><pubDate>Wed, 07 Oct 2009 23:38:46 GMT</pubDate><description>&lt;P&gt;" Um dia voc&amp;#234;s enteder&amp;#227;o que ser chato &amp;#233; a chave do sucesso." Essa foi a frase que me p&amp;#244;s a refletir hoje. Palavras do meu professor de F&amp;#237;sica a quem eu ,de fato, tenho apre&amp;#231;o e admira&amp;#231;&amp;#227;o. Ent&amp;#227;o, comecei a verificar a compatibilidade dessa afirma&amp;#231;&amp;#227;o com casos que conhe&amp;#231;o... Minha conclus&amp;#227;o? Sim , de fato muitos homens e mulheres bem-sucedidos apresentam essa caracter&amp;#237;stica anti social e at&amp;#233; conden&amp;#225;vel por algumas pessoas.&lt;/P&gt;&lt;P&gt;O motivo dessa conex&amp;#227;o me itrigou! Especulei umas id&amp;#233;ias.&amp;nbsp; Muitos at&amp;#233; podem negar o que apresentarei agora ,mas deixando-se a ignor&amp;#226;ncia de lado id&amp;#233;ias novas podem brotar."The&amp;nbsp;truth is ugly"&amp;nbsp;Bom, h&amp;#225; algum tempo tenho percebido que a vida em sociedade &amp;#233; conflituosa ali&amp;#225;s em demasia. A vida em sociedade ,principalmente urbana, degrada a vida do homem. &amp;#201; ineg&amp;#225;vel que diverg&amp;#234;ncia de id&amp;#233;ias, m&amp;#225; express&amp;#227;o vocabular&amp;nbsp;bem como ru&amp;#237;dos de comunica&amp;#231;&amp;#227;o colocam &amp;#224; prova muitos relacionamentos. E, de fato provocam brigas, intrigas e rixas. Tendo em vista isso ,percebi que no meu ano de tanta labuta para alcan&amp;#231;ar uma vaga na faculdade que eu quero, haveria de SUSPENDER muitas das minhas rela&amp;#231;&amp;#245;es. Exagero? N&amp;#227;o, para se conseguir uma vaga da carreira de medicina nas melhores faculdades do pa&amp;#237;s. n&amp;#227;o &amp;#233; exagero. Concordo, que essa atitude &amp;#233; de ego&amp;#237;smo meu. Mas pensei... " Dou muito valor &amp;#224;s minhas amizades. E isso pode ser perigoso&amp;nbsp;para mim" Apesar de ser algu&amp;#233;m de poucos&amp;nbsp;amigos, n&amp;#227;o colegas, confesso que esse ano tenho de me focar. Portanto,a solu&amp;#231;&amp;#227;o seria ser chato com todos at&amp;#233; com meus amigos para evitar o decep&amp;#231;&amp;#227;o&amp;nbsp;e o desgaste emocional em prol da minha almejad&amp;#237;ssima vaga? Ali&amp;#225;s, esse subterf&amp;#250;gio remonta a primeira frase do meu professor!. Sim, Play!Desvendei o enigma. O sucesso n&amp;#227;o vem a n&amp;#243;s.&amp;nbsp;A escalada &amp;#233;&amp;nbsp;cada vez mais &amp;#237;ngrime para alcan&amp;#231;&amp;#225;-la. Mas ao final de tudo&amp;nbsp;poder-se-ia dizer que a fa&amp;#231;anha de estar no cume &amp;#233; inigual&amp;#225;vel.&lt;/P&gt;</description><comments>http://johnchao.xanga.com/714049507/item/#firstcomment</comments></item><item><title>Saturday, September 12, 2009</title><link>http://johnchao.xanga.com/711808849/item/</link><guid>http://johnchao.xanga.com/711808849/item/</guid><pubDate>Sat, 12 Sep 2009 02:28:26 GMT</pubDate><description>&lt;P&gt;&amp;nbsp;&lt;/P&gt;&lt;P&gt;"E ante estes clamores, lan&amp;#231;ados com af&amp;#225;vel mal&amp;#237;cia para espica&amp;#231;ar o meu Pr&amp;#237;ncipe, ele murmurou, pensativo:&lt;/P&gt;&lt;P&gt;-Sim, &amp;#233; talvez tudo uma ilus&amp;#227;o... E a Cidade a maior ilus&amp;#227;o!&lt;/P&gt;&lt;P&gt;T&amp;#227;o facilmente vitorioso redobrei de fac&amp;#250;ndia. Certamente, meu Pr&amp;#237;ncipe, uma Ilus&amp;#227;o! &lt;FONT color=#70cf9f&gt;&lt;STRONG&gt;E a mais amarga, porque o Homem pensa Ter na Cidade a base de toda a sua grandeza e s&amp;#243; nela tem a fonte de toda a sua mis&amp;#233;ria.&lt;/STRONG&gt;&lt;/FONT&gt; V&amp;#234;, Jacinto! Na Cidade perdeu ele a for&amp;#231;a e beleza harmoniosa do corpo, e se tornou esse ser ressequido e escanifrado ou obeso e afogado em unto, de ossos moles como trapos, de nervos tr&amp;#234;mulos como arames, com cangalhas, com chin&amp;#243;s, com dentaduras de chumbo, sem sangue, sem febra, sem vi&amp;#231;o, torto, corcunda - esse ser em que Deus, espantado, mal pode reconhecer o seu esbelto e rijo e nobre Ad&amp;#227;o! Na Cidade findou a sua liberdade moral; cada manh&amp;#227; ela lhe imp&amp;#245;e uma necessidade, e cada necessidade o arremessa para uma depend&amp;#234;ncia; pobre e subalterno, a sua vida &amp;#233; um constante solicitar, adular, vergar, rastejar, aturar; e rico e superior como um Jacinto, a Sociedade logo o enreda em tradi&amp;#231;&amp;#245;es, preceitos, etiquetas, cerim&amp;#244;nias, praxes, ritos, servi&amp;#231;os mais disciplinares que os dum c&amp;#225;rcere ou dum quartel... A sua tranq&amp;#252;ilidade (bem t&amp;#227;o alto que Deus com ele recompensa os Santos ) onde est&amp;#225;, meu Jacinto? Sumida para sempre, nessa batalha desesperada pelo p&amp;#227;o, ou pela fama, ou pelo poder, ou pelo gozo, ou pela fugida rodela de ouro! Alegria como a haver&amp;#225; na Cidade para esses milh&amp;#245;es de seres que tumultuam na arquejante ocupa&amp;#231;&amp;#227;o de desejar - e que, nunca fartando o desejo, incessantemente padecem de desilus&amp;#227;o, desesperan&amp;#231;a ou derrota? Os sentimentos mais genuinamente humanos logo na Cidade se desumanizam! V&amp;#234;, meu Jacinto! S&amp;#227;o como luzes que o &amp;#225;spero vento do viver social n&amp;#227;o deixa arder com serenidade e limpidez; e aqui abala e faz tremer; e al&amp;#233;m brutamente apaga; e adiante obriga a flamejar com desnaturada viol&amp;#234;ncia. As amizades nunca passam de alian&amp;#231;as que o interesse, na hora inquieta da defesa ou na hora s&amp;#244;frega do assalto, ata apressadamente com um cordel apressado, e que estalam ao menor embate da rivalidade ou do orgulho. E o Amor, na Cidade, meu gentil Jacinto? Considera esses vastos armaz&amp;#233;ns com espelhos, onde a nobre carne de Eva se vende, tarifada ao arr&amp;#225;tel, como a de vaca! Contempla esse velho Deus do Himeneu, que circula trazendo em vez do ondeante facho da Paix&amp;#227;o a apertada carteira do Dote! Espreita essa turba que foge dos largos caminhos assoalhados em que os Faunos amam as Ninfas na boa lei natural, e busca tristemente os recantos l&amp;#244;bregos de Sodoma ou de Lesbos!... Mas o que a cidade mais deteriora no homem &amp;#233; a Intelig&amp;#234;ncia, porque ou lha arregimenta dentro da banalidade ou lha empurra para a extravag&amp;#226;ncia. Nesta densa e pairante camada de Id&amp;#233;ias e F&amp;#243;rmulas que constitui a atmosfera mental das Cidades, o homem que a respira, nela envolto, s&amp;#243; pensa todos os pensamentos j&amp;#225; pensados, s&amp;#243; exprime todas as express&amp;#245;es j&amp;#225; exprimidas: - ou ent&amp;#227;o, para se destacar na pardacenta e chata Rotina e trepar ao fr&amp;#225;gil andaime da glor&amp;#237;ola, inventa num gemente esfor&amp;#231;o, inchando o cr&amp;#226;nio, uma novidade disforme que espante e que detenha a multid&amp;#227;o como um monstrengo numa feira. Todos, intelectualmente, s&amp;#227;o carneiros, trilhando o mesmo trilho, balando o mesmo balido, com o focinho pendido para a poeira onde pisam, em fila, as pegadas pisadas; - e alguns s&amp;#227;o macacos, saltando no topo de mastros vistosos, com esgares e cabriolas. Assim, meu Jacinto, na Cidade, nesta cria&amp;#231;&amp;#227;o t&amp;#227;o antinatural onde o solo &amp;#233; de pau e feltro e alcatr&amp;#227;o, e o carv&amp;#227;o tapa o c&amp;#233;u, e a gente vive acamada nos pr&amp;#233;dios como o paninho nas lojas, e a claridade vem pelos canos, e as mentiras se murmuram atrav&amp;#233;s de arames - o homem aparece como uma criatura anti-humana, sem beleza, sem for&amp;#231;a, sem liberdade, sem riso, sem sentimento, e trazendo em si um esp&amp;#237;rito que &amp;#233; passivo como um escravo ou impudente como um Histri&amp;#227;o... E aqui tem o belo Jacinto o que &amp;#233; a bela Cidade!"&lt;/P&gt;&lt;P&gt;&lt;U&gt;A cidade e as serras &lt;/U&gt;- cap&amp;#237;tulo VI&lt;/P&gt;</description><comments>http://johnchao.xanga.com/711808849/item/#firstcomment</comments></item><item><title>Tuesday, September 08, 2009</title><link>http://johnchao.xanga.com/711582145/item/</link><guid>http://johnchao.xanga.com/711582145/item/</guid><pubDate>Tue, 08 Sep 2009 23:38:12 GMT</pubDate><description>&lt;P&gt;&lt;U&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT size=5&gt;Adolesc&amp;#234;ncia&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/U&gt;&lt;/P&gt;&lt;P&gt;&lt;FONT face="Arial Narrow"&gt;&lt;FONT size=7&gt;"AQUELE amor, &lt;/FONT&gt;&lt;FONT size=7&gt;nem me fale."&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;P&gt;Oswald de Andrade.&lt;/P&gt;</description><comments>http://johnchao.xanga.com/711582145/item/#firstcomment</comments></item><item><title>Friday, September 04, 2009</title><link>http://johnchao.xanga.com/711216976/item/</link><guid>http://johnchao.xanga.com/711216976/item/</guid><pubDate>Fri, 04 Sep 2009 00:25:20 GMT</pubDate><description>&lt;P&gt;&lt;FONT face="Arial Black" size=6&gt;A profana&amp;#231;&amp;#227;o do amor.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;P&gt;"O amor &amp;#233; paciente, o amor &amp;#233; bondoso. N&amp;#227;o inveja, n&amp;#227;o se vangloria n&amp;#227;o se orgulha. N&amp;#227;o maltrata, n&amp;#227;o procura interesses, n&amp;#227;o se ira facilmente n&amp;#227;o guarda rancor." Assim, a B&amp;#237;blia descreve o amor em I Cor&amp;#237;ntios cap&amp;#237;tulo treze. O amor sublime pregado pela moral crist&amp;#227; e pelos seguidores de PLat&amp;#227;o vem sofrendo adapta&amp;#231;&amp;#245;es em raz&amp;#227;o do sistema capitalista que tem influenciado n&amp;#227;o s&amp;#243; a vida profissional, mas tampem as rela&amp;#231;&amp;#245;es sociais dos indiv&amp;#237;duos.&lt;/P&gt;&lt;P&gt;Para o fil&amp;#243;sofo Charles Fourier, pioneiro no pensamento socialista ut&amp;#243;pico, a sociedade projeta os valores capitalistas oarara as suas rela&amp;#231;&amp;#245;es interpessoais. Fourier afirmava que as rela&amp;#231;&amp;#245;es humanas eram produto de um investimento, ou seja, ao visar o lucro em todos os aspectos as pessoas exploram ao m&amp;#225;ximo seus parceiros e amigos para lhes dar o m&amp;#225;ximo de benef&amp;#237;cios. Quando esses se torna deficiente ou escasso a solu&amp;#231;&amp;#227;o encontrada &amp;#233; o descarte da rela&amp;#231;&amp;#227;o como se fosse um mero produto de consumo. De fato, depreende-se que esse pensamento pode ser aplicado a realidade, a maior prova disso &amp;#233; o n&amp;#250;mero crescente de divorcios e fam&amp;#237;lias desestruturadas em decorr&amp;#202;ncia da frustra&amp;#231;&amp;#227;o amorosa.&lt;/P&gt;&lt;P&gt;O soci&amp;#243;logo contempor&amp;#226;neo Zygmunt Bauman, em concord&amp;#226;ncia com Fourier, adiciona o que conceituou de Teoria da Vida L&amp;#237;quida da P&amp;#243;s- modernidade, Em sua teoria, o soci&amp;#243;logo julga que a vida moderna sofreu a&amp;nbsp;destemporaliza&amp;#231;&amp;#227;o das rela&amp;#231;&amp;#245;es. O fen&amp;#244;memo se caracteriza pela repress&amp;#227;o do processo tradicional de establecimento da rela&amp;#231;&amp;#227;o. Evidentemente, isso ocorre em in&amp;#250;meros casos, ao inv&amp;#233;s de se valorizar as caracter&amp;#237;sticas e necessidades do parceiro a rela&amp;#231;&amp;#227;o se torna em uma rela&amp;#231;&amp;#227;o de poder. Nesse caso, a necessidade de dom&amp;#237;nio sobre o outro se torna compulsivo a ponto de cegar o indiv&amp;#237;duo do verdadeiro amor que se ajusta ao outro atrav&amp;#233;s do sacrif&amp;#237;cio m&amp;#250;tuo.&lt;/P&gt;&lt;P&gt;O amor &amp;#233; inerente ao homem. A literatura prova de fato a veracidade da afirma&amp;#231;&amp;#227;o. Ali&amp;#225;s, nas in&amp;#250;meras can&amp;#231;&amp;#245;es veiculadas da modernindade denotam o desabafo recorrente das expectativas n&amp;#227;o atingidas. O modo de vida capitalista conseguiu intensificar o processo de frustra&amp;#231;&amp;#227;o, uma vez que os ideais regentes se incorporam ao modo de vida humano. Entretanto, a realiz&amp;#231;&amp;#227;o do amor sublime est&amp;#225; condicionado a muitos comportamentos do processo tradicional considerados retr&amp;#243;grados pela sociedade.&lt;/P&gt;&lt;P&gt;John Chao&lt;/P&gt;</description><comments>http://johnchao.xanga.com/711216976/item/#firstcomment</comments></item><item><title>Sunday, August 30, 2009</title><link>http://johnchao.xanga.com/710858309/item/</link><guid>http://johnchao.xanga.com/710858309/item/</guid><pubDate>Sun, 30 Aug 2009 12:59:09 GMT</pubDate><description>&lt;object width="560" height="340"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/HQ6sp3X_LVk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/HQ6sp3X_LVk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;</description><comments>http://johnchao.xanga.com/710858309/item/#firstcomment</comments></item><item><title>Sunday, August 30, 2009</title><link>http://johnchao.xanga.com/710857565/item/</link><guid>http://johnchao.xanga.com/710857565/item/</guid><pubDate>Sun, 30 Aug 2009 12:48:23 GMT</pubDate><description>&lt;ADDRESS&gt;&lt;FONT face="Viner Hand ITC" size=4&gt;&lt;OBJECT height=340 width=560&gt;&lt;PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.youtube.com/v/-zTooKpSdlQ&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0xe1600f&amp;amp;color2=0xfebd01"&gt;&lt;PARAM NAME="allowFullScreen" VALUE="true"&gt;&lt;PARAM NAME="allowscriptaccess" VALUE="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/-zTooKpSdlQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/OBJECT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/ADDRESS&gt;&lt;ADDRESS&gt;&lt;FONT face="Viner Hand ITC" size=4&gt;&lt;/FONT&gt;&amp;nbsp;&lt;/ADDRESS&gt;&lt;ADDRESS&gt;&lt;FONT face="Viner Hand ITC"&gt;&lt;FONT size=4&gt;Rolex Completa - Letra da M&amp;#250;sica: &lt;BR&gt;&lt;BR&gt;Por cima da ponte como p&amp;#225;ssaros&lt;/FONT&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/ADDRESS&gt;&lt;FONT face="Viner Hand ITC"&gt;&lt;FONT size=4&gt;&lt;ADDRESS&gt;&lt;BR&gt;Cruzando florestas, rios e vales sombrios&lt;BR&gt;&lt;/ADDRESS&gt;&lt;ADDRESS&gt;Com poderes m&amp;#225;gicos eu vou transformar&lt;BR&gt;&lt;/ADDRESS&gt;&lt;ADDRESS&gt;Voc&amp;#234; e eu nesse lugar podemos ser o que quiser&lt;BR&gt;&lt;/ADDRESS&gt;&lt;ADDRESS&gt;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/ADDRESS&gt;&lt;ADDRESS&gt;Com suas l&amp;#225;grimas pinto uma &amp;#225;rvore&lt;BR&gt;&lt;/ADDRESS&gt;&lt;ADDRESS&gt;De chocolate grande at&amp;#233; o c&amp;#233;u para subir&lt;BR&gt;&lt;/ADDRESS&gt;&lt;ADDRESS&gt;Do &amp;#250;ltimo andar fa&amp;#231;o uma casa pra n&amp;#243;s&lt;BR&gt;&lt;/ADDRESS&gt;&lt;ADDRESS&gt;E vejo as nuvens chegarem da janela pra conversar&lt;BR&gt;&lt;/ADDRESS&gt;&lt;ADDRESS&gt;&lt;BR&gt;Papai quero fazer um sol do seu grande Rolex&lt;BR&gt;&lt;/ADDRESS&gt;&lt;ADDRESS&gt;Pra poder ver o dia mais claro, relax&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;quero fazer um sol do seu grande Rolex&lt;BR&gt;&lt;/ADDRESS&gt;&lt;ADDRESS&gt;Pra poder ver o dia mais claro,relax&lt;BR&gt;&lt;BR&gt;A lua nos conta hist&amp;#243;rias pra dormir&lt;BR&gt;&lt;/ADDRESS&gt;&lt;ADDRESS&gt;E os coroinhas no altar n&amp;#227;o tem o que pedir&lt;BR&gt;&lt;/ADDRESS&gt;&lt;ADDRESS&gt;Os bichos de par em par ensaiam quadrilha&lt;BR&gt;&lt;/ADDRESS&gt;&lt;ADDRESS&gt;At&amp;#233; o saci e uma velhinha brincam juntos de amarelinha&lt;BR&gt;&lt;/ADDRESS&gt;&lt;ADDRESS&gt;Porque ningu&amp;#233;m l&amp;#225; tem uma idade&lt;BR&gt;&lt;/ADDRESS&gt;&lt;ADDRESS&gt;As pessoas s&amp;#243; nascem, todos nascem e s&amp;#243; nascem...&lt;BR&gt;&lt;/ADDRESS&gt;&lt;ADDRESS&gt;Duendes e fadas organizam um baile&lt;BR&gt;&lt;/ADDRESS&gt;&lt;ADDRESS&gt;N&amp;#227;o existe cansa&amp;#231;o e dormem s&amp;#243; pelo prazer de sonhar&lt;BR&gt;&lt;/ADDRESS&gt;&lt;ADDRESS&gt;&lt;BR&gt;Sexagen&amp;#225;rios dan&amp;#231;am neste lugar&lt;BR&gt;&lt;/ADDRESS&gt;&lt;ADDRESS&gt;E sons imagin&amp;#225;rios tocam sinos nos ar&lt;/FONT&gt;&lt;BR&gt;&lt;/ADDRESS&gt;&lt;ADDRESS&gt;Dan&amp;#231;o um galope, um outro toque, ou rock&lt;BR&gt;&lt;/ADDRESS&gt;&lt;ADDRESS&gt;A condu&amp;#231;&amp;#227;o, &amp;#233; ter a&amp;#231;&amp;#227;o, ou n&amp;#227;o ... Na imagina&amp;#231;&amp;#227;o &lt;/FONT&gt;&lt;/ADDRESS&gt;</description><comments>http://johnchao.xanga.com/710857565/item/#firstcomment</comments></item><item><title>Sunday, August 30, 2009</title><link>http://johnchao.xanga.com/710823308/item/</link><guid>http://johnchao.xanga.com/710823308/item/</guid><pubDate>Sun, 30 Aug 2009 00:18:03 GMT</pubDate><description>&lt;P&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #800080"&gt;&lt;FONT face="Arial Black" color=#ffdfbf&gt;Teoria da Vida L&amp;#237;quida de Zygmunt Bauman [cr&amp;#233;ditos: rehfran]&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;P&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #800080"&gt;&lt;FONT color=#ffdfbf&gt;Diferentemente da sociedade moderna anterior, que chamo de &amp;#8220;modernidade s&amp;#243;lida&amp;#8221;, que tamb&amp;#233;m tratava sempre de desmontar a realidade herdada, a de agora n&amp;#227;o o faz com uma perspectiva de longa dura&amp;#231;&amp;#227;o, com a inten&amp;#231;&amp;#227;o de torn&amp;#225;-la melhor e novamente s&amp;#243;lida. Tudo est&amp;#225; agora sendo permanentemente desmontado mas sem perspectiva de alguma perman&amp;#234;ncia. &lt;STRONG&gt;Tudo &amp;#233; tempor&amp;#225;rio&lt;/STRONG&gt;. &lt;STRONG&gt;&amp;#201; por isso que sugeri a met&amp;#225;fora da &amp;#8220;liquidez&amp;#8221; para caracterizar o estado da sociedade moderna: como os l&amp;#237;quidos, ela caracteriza-se pela incapacidade de manter a forma.&lt;/STRONG&gt; Nossas institui&amp;#231;&amp;#245;es, quadros de refer&amp;#234;ncia, estilos de vida, cren&amp;#231;as e convic&amp;#231;&amp;#245;es mudam antes que tenham tempo de se solidificar em costumes, h&amp;#225;bitos e verdades &amp;#8220;auto-evidentes&amp;#8221;. Sem d&amp;#250;vida a vida moderna foi desde o in&amp;#237;cio &amp;#8220;desenraizadora&amp;#8221;, &amp;#8220;derretia os s&amp;#243;lidos e profanava os sagrados&amp;#8221;, como os jovens Marx e Engels notaram. Mas enquanto no passado isso era feito para ser novamente &amp;#8220;re-enraizado&amp;#8221;, agora todas as coisas &amp;#8212; empregos, relacionamentos, know-hows etc. &amp;#8212; &lt;STRONG&gt;tendem a permanecer em fluxo, vol&amp;#225;teis, desreguladas, flex&amp;#237;veis.&lt;/STRONG&gt; A nossa &amp;#233; uma era, portanto, que se caracteriza n&amp;#227;o tanto por quebrar as rotinas e subverter as tradi&amp;#231;&amp;#245;es, mas por evitar que padr&amp;#245;es de conduta se congelem em rotinas e tradi&amp;#231;&amp;#245;es. (Zygmunt Bauman)&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;P style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #800080"&gt;&lt;SPAN style="TEXT-DECORATION: underline"&gt;&lt;FONT color=#ffdfbf&gt;As do&amp;#231;uras e agruras da vida l&amp;#237;quida &amp;#8211; os novos la&amp;#231;os sociais &amp;#8211; o amor l&amp;#237;quido&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;P&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #800080"&gt;&lt;FONT color=#ffdfbf&gt;Para compor o quadro de nossa contemporaneidade, Bauman investiga um campo pouco explorado pela sociologia, que &amp;#233; o da &lt;STRONG&gt;afetividade&lt;/STRONG&gt; e dos &lt;STRONG&gt;relacionamentos amorosos&lt;/STRONG&gt;. Em conformidade com o contexto da vida l&amp;#237;quida, na qual ningu&amp;#233;m mais pode ser ing&amp;#234;nuo a ponto de pensar num &amp;#250;nico projeto ou modelo de vida completo, no campo afetivo tamb&amp;#233;m estamos submetidos a uma incerteza e precariedade constantes. Hoje chega a causar repulsa a id&amp;#233;ia de um relacionamento que dure para sempre, mas ao mesmo tempo o que mais se procura e se prioriza nos relacionamentos &amp;#233; a busca por seguran&amp;#231;a e estabilidade. Bauman pondera que &amp;#233; perfeitamente compreens&amp;#237;vel que num mundo cada vez mais incerto os indiv&amp;#237;duos busquem companheiros fixos e est&amp;#225;veis que possam contribuir com um entendimento e acolhimento, mas ningu&amp;#233;m acredita que uma pessoa deva abrir m&amp;#227;o de suas perspectivas e planos para viver em fun&amp;#231;&amp;#227;o de outra. O que marca hoje as rela&amp;#231;&amp;#245;es amorosas &amp;#233; que os relacionamentos s&amp;#227;o sentidos e pensados em termos de investimentos e c&amp;#225;lculos emotivos-econ&amp;#244;micos, nos quais as pessoas esperam investir energias e receber em troca vantagens emocionais, seguran&amp;#231;a e felicidade. Ao contr&amp;#225;rio de se estabelecer como uma rela&amp;#231;&amp;#227;o na qual os parceiros reconhecem o valor do relacionamento e a import&amp;#226;ncia das concess&amp;#245;es m&amp;#250;tuas, temos hoje grande n&amp;#250;mero de situa&amp;#231;&amp;#245;es em que os indiv&amp;#237;duos possuem um relacionamento provis&amp;#243;rio e a aten&amp;#231;&amp;#227;o voltada para o mercado aberto de futuros parceiros: uma esp&amp;#233;cie de mercado no qual os parceiros afetivos s&amp;#227;o descart&amp;#225;veis, vale o que oferecer mais vantagens.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;P&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #800080"&gt;&lt;FONT color=#ffdfbf&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;EM&gt;Pergunta:&lt;/EM&gt;&lt;/STRONG&gt; A sociedade fragmentada que o senhor apresenta em &amp;#8216;Vidas desperdi&amp;#231;adas&amp;#8217; n&amp;#227;o estimula a individualiza&amp;#231;&amp;#227;o e o sentimento de medo ao estranho que foram apresentados em &amp;#8216;Amor l&amp;#237;quido&amp;#8217;?&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;P&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #800080"&gt;&lt;FONT color=#ffdfbf&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;EM&gt;Bauman&lt;/EM&gt;&lt;/STRONG&gt; &amp;#8211; Claro. Nos comportamos exatamente como o tipo de sociedade apresentada nos &amp;#8216;reality shows&amp;#8217;, como por exemplo, o &amp;#8216;Big Brother&amp;#8217;. A quest&amp;#227;o da &amp;#8216;realidade&amp;#8217;, como insinuam os programas desse tipo, &amp;#233; que n&amp;#227;o &amp;#233; preciso fazer algo para &amp;#8216;merecer&amp;#8217; a exclus&amp;#227;o. O que o &amp;#8216;reality show&amp;#8217; apresenta &amp;#233; o destino e a exclus&amp;#227;o &amp;#233; o destino inevit&amp;#225;vel. A quest&amp;#227;o n&amp;#227;o &amp;#233; &amp;#8217;se&amp;#8217;, mas &amp;#8216;quem&amp;#8217; e &amp;#8216;quando&amp;#8217;. As pessoas n&amp;#227;o s&amp;#227;o exclu&amp;#237;das porque s&amp;#227;o m&amp;#225;s, mas porque outros demonstram ser mais espertos na arte de passar por cima dos outros. Todos s&amp;#227;o avisados de que n&amp;#227;o t&amp;#234;m capacidade de permanecer porque existe uma cota de exclus&amp;#227;o que precisa ser preenchida. &amp;#201; exatamente essa familiaridade que desperta o interesse em massa por esse tipo de programa. Muitos de n&amp;#243;s adotamos e tentamos seguir a mensagem contida no lema do programa &amp;#8216;Survivor&amp;#8217; &amp;#8211; &amp;#8216;n&amp;#227;o confie em ningu&amp;#233;m!&amp;#8217; Um slogan como esse n&amp;#227;o prediz muito bem o futuro das amizades e parcerias humanas.Este abandono da vida p&amp;#250;blica e a descren&amp;#231;a total no poder de transforma&amp;#231;&amp;#227;o das realidades sociais mais pr&amp;#243;ximas, tamb&amp;#233;m gerou o seu tributo contempor&amp;#226;neo. O pre&amp;#231;o pago &amp;#233; a sensa&amp;#231;&amp;#227;o de sofrer individualmente (julgando-se o &amp;#250;nico respons&amp;#225;vel) problemas que tem abrang&amp;#234;ncia e origem coletiva.&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt;&lt;P&gt;&lt;STRONG&gt;&lt;FONT color=#ffdfbf&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #800080"&gt;&amp;#8220;As pessoas n&amp;#227;o s&amp;#227;o exclu&amp;#237;das porque s&amp;#227;o m&amp;#225;s, mas porque outros demonstram ser mais espertos na arte de passar por cima dos outros. Todos s&amp;#227;o avisados de que n&amp;#227;o t&amp;#234;m capacidade de permanecer porque existe uma cota de exclus&amp;#227;o que precisa ser preenchida.&amp;#8221;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="COLOR: #800080"&gt;Bauman&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/STRONG&gt;&lt;/P&gt;</description><comments>http://johnchao.xanga.com/710823308/item/#firstcomment</comments></item><item><title>Saturday, July 18, 2009</title><link>http://johnchao.xanga.com/707564513/item/</link><guid>http://johnchao.xanga.com/707564513/item/</guid><pubDate>Sat, 18 Jul 2009 23:50:08 GMT</pubDate><description>&lt;P&gt;&lt;FONT face=Broadway size=7&gt;Parecidos n&amp;#227;o?&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;P&gt;&lt;OBJECT height=344 width=425&gt;&lt;PARAM NAME="movie" VALUE="http://www.youtube.com/v/Rj-l9H5e0Xw&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;PARAM NAME="allowFullScreen" VALUE="true"&gt;&lt;PARAM NAME="allowscriptaccess" VALUE="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Rj-l9H5e0Xw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/OBJECT&gt;&lt;/P&gt;&lt;P&gt;Comercial do honda CIvic 2009!!! confiram! .&lt;/P&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ygjP1Gp_r5o&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ygjP1Gp_r5o&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;</description><comments>http://johnchao.xanga.com/707564513/item/#firstcomment</comments></item></channel></rss>